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vermelhos das vilas romanas. Para
distinguir a cidade das doutras, foi nomeada
“das rote Wil” ( o azulejo vermelho), que claro
é reconhecido como a derivação para o actual
nome de Rottweiler.
A predominância do Rottweiler
como parte da cultura e do trabalho da cidade
cresceu inabalada até aos meados do século 12
quando mais fama e fortuna veio parar á raça.
Com o desenvolvimento da troca de
gado e desenvolvimento da profissão de
talhantes, os cães começaram a ser usados cada
vez mais pelos talhantes para liderar as manadas
e garantir a segurança do gado. No entanto em
meados do século 19 liderar gado pela estrada
foi proibido e o burro e os comboios vieram
substituir as carroças.
Assim os Rottweiler Metzgerhund
(cães dos talhantes) deixaram de ter utilidade.
O seu número entrou em radical declínio de tal
forma que em 1882 um show de cães em Heilbronn
na Alemanha reportou apenas um exemplar da raça
como estando presente.
Os anais da cinologia não
mencionam mais a raça até 1901 quando foi
formado um clube que combinava Rottweiler e
Leonberger. Este clube teve uma “vida curta” mas
deixou a sua marca ao estabelecer o primeiro
estalão para a raça, segundo as suas condutas.
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